domingo, 29 de agosto de 2010

Projetos e os Mais Antigos do 14!

  •         Projetos


  •      A Festa Junina e a Festa de Dia das Mães é realizada no colégio desde a sua fundação, porém até por volta de 1995, a Festa Junina não era feita dentro do colégio. Desde 1995 é feita uma arrecadação de prendas para a Festa Junina, onde ocorre uma disputa entre as salas do colégio, e a vencedora ganha um prêmio. A Festa de Dia das Mães tinha como nome: Rosas de Maio.
  •      A Feira Cultural do colégio é realizada desde 1994, porém nos primeiros anos de existência era apenas uma feira de ciências e ao longo do tempo foi evoluindo até receber em 2008 um verdadeiro projeto, feito em diversas etapas durante todo o ano. No ano de 2006 foi feita uma feira de ciências na quadra do colégio.
  •      As aulas de Judô no colégio existem desde o início do colégio. As aulas de capoeira existem desde 1998. As aulas de ballet tiveram início no ano 2004.
  •     A Gincatona sempre existiu no colégio, porém existiu uma época em que ela não foi realizada. Em 2006 a Gincatona voltou a ser realizada.
  •     O colégio desde sua fundação sempre realiza uma comemoração na semana do Dia das Crianças, porém algum tempo atrás o colégio começou a elaborar uma Semana das Crianças, onde em todos os dias da semana  têm um evento diferente.
  •      O colégio a partir do ano de 2003 começou a realizar a Pousada de Natal, onde no fim do ano os alunos do Ensino Fundamental 1 e do Ensino Infantil passam uma noite no colégio.
  •      A partir de 2006 o colégio realizou a Feira do Livro, onde em 2008 ela teve como título a Imigração Japonesa, e em 2009 o título foi a Imigração Francesa.
  •     Em 2010 o colégio começou a modernizar seu Ensino Médio. Foi implantado um sistema modulado de ensino totalmente moderno, que conta com portal do aluno, e material digital. O colégio criou o maternal. E nesse ano também foi feita uma comemoração no Dia dos Pais, onde os pais dos alunos do Ensino Infantil e Fundamental 1 participaram de jogos dentro do colégio.




  • ·         Funcionários mais antigos

    Os funcionários mais antigos do colégio são: a secretária Cleide (desde 1990, entrou como auxiliar de secretaria); o professor Ivan Lima (entrou por volta de 1995, como professor de física); o professor de judô Sérgio (desde 1994); o atual coordenador Wagner (desde 1994, entrou como professor de ciências, matemática e educação física); a auxiliar de secretaria Cris (desde 1994); o caseiro e chefe da manutenção Cláudio (desde 1994); a professora do ensino fundamental-1 Cláudia; e o atual professor de educação física Ivan Costa (entrou por volta de 1996, como inspetor de alunos, e depois de formado voltou como professor).

    Você Sabia?


    • O colégio já teve aulas de xadrez, que eram dadas dentro das aulas de matemática do           professor Cícero, onde todos os alunos deviam ter seus tabuleiros.
    • O tapete que hoje está na secretaria do colégio foi elaborado pela professora Susena, que era professora da 1ªsérie do Ensino Fundamental.
    •  O colégio bateu o recorde brasileiro, em 1996, de arrecadação de latinhas em um determinado espaço de tempo.
    • O colégio já teve uma fanfarra que era regida pelo professor Cláudio Gil Iglesias, que inclusive já participou de muitos desfiles e competições.
    • O colégio já foi vice-campeão da Fecap, o técnico do time era o professor Cícero de matemática.
    • O jornal do 14, um boletim com objetivo de informar o que acontece dentro colégio, foi criado por volta de 1996 e permaneceu até o ano de 1999, e voltou a ser feito por volta de 2006.
    •  A quadra principal do colégio era alugada até o ano de 2000, aos finais de semana.

    Infra-estrutura

    • 1990 -1999
             No início existia um prédio com 5 andares e uma quadra, já existia nesta época a biblioteca. No decorrer dos anos do primeiro mantenedor foram feitas algumas modificações no colégio como, por exemplo: a quadra foi coberta e foi criado um playground. Entre os anos de 1992 e 1993, o colégio contou com Curso Técnico de Segurança do Trabalho, que tinha apenas aulas noturnas. Em 1996 o colégio já tinha um laboratório de informática. No final dessa época também existiu uma ideia de criar uma faculdade no colégio, que foi concretizada apenas nos papéis, pois ao estar regularizada para funcionar, a FAZNOR (Faculdade de Administração da Zona Norte), como seria chamada, não teve o número de alunos o suficiente para funcionar.   

    ·         2000

         Em 2000 o colégio começou a passar por profundas mudanças, pelo fato da mudança do mantenedor. Neste ano foi dada prioridade à reforma do prédio e da quadra.    

    ·         2002

        
    Em 2002 o colégio começou a se expandir. O playground foi cortado ao meio para dar espaço a uma nova quadra. A cantina que ficava dentro do prédio, foi para o pátio em um quiosque (mais prático), e deu lugar a um novo refeitório. A quadra principal ganhou uma proteção lateral, e o pátio foi reformado. A fachada do colégio foi completamente alterada, e a área da secretaria foi cortada ao meio, para dar espaço a um novo laboratório de informática.  

    ·         2003

         Em 2003, todos os pisos do colégio foram trocados (menos os do último andar), foram criadas salas específicas para a prática de Judô e Capoeira, e foram instalados banheiros no pátio do colégio.

    ·         2004

         Em 2004, o colégio começou a se expandir ao começar a construir o Colégio 14 de Julho Júnior, criando logo no início uma sala de dança, para o ballet.

     ·      2006

         Em 2006, completou-se a construção a Colégio 14 de Julho Júnior, a biblioteca foi transferida para lá, assim como o laboratório de ciências. O novo prédio também tinha uma quadra, uma sala de vídeo, um novo laboratório de informática, e salas de aula utilizadas com os menores, uma das salas era utilizada com aulas de violão.

    ·         2007

         Em 2007, foi criada uma sala de Artes, onde antigamente era o laboratório de ciências. 

    ·         2009

         Em 2009, o laboratório de informática recebeu uma “revolução” todos os computadores foram trocados por computadores mais avançados.

    ·         2010

         Em 2010, o colégio criou uma sala de multimídia onde antigamente era a biblioteca.

    Direção

    ·         1990

         Em 1990, o mantenedor e secretário do colégio era Guilherme Bernardes Filho, a direção do colégio estava a cargo de Odila Rivelli, a coordenação ficava com Nicola Reinaldo Zingari.

    ·         1992

         Em 1992, a direção do colégio mudou para Rosa Maria Primon Anderson.

    ·         1995

         Em 1995, a direção mudou para Denise Buralli Gusmão.

    ·         2000

         Em 2000, o mantenedor do colégio mudou para João Carlos Porto, sendo que este também assumiu a direção. A secretaria do colégio ficou a cargo de Marilola Porto. E a coordenação ficou para Izilda Aparecida Nunes Valente (que já era professora de reforço escolar no colégio).

    ·         2002

         Em 2002, o colégio passou a contar com três coordenadores: Soraya Rezende Rangel (que era professora do Ensino Fundamental no colégio), Vagner Francisco Cui (que dava aulas de Ciências, Matemática e Educação Física no colégio desde 1994) e Luis Carlos Peruio (que dava aulas de história no colégio).

    ·         2004

         Em 2004, a coordenação do colégio sofreu alteração, ela agora só contava com dois coordenadores: Soraya Rezende Rangel e Vagner Francisco Cui. A secretária do colégio era, agora, Cleide Custodio de Souza. E o colégio tinha agora uma auxiliar de direção, Valéria Cristina Porto.

    ·         2007

         Em 2007, foi contratada uma auxiliar de coordenação Carina Machado França.

    ·         2010

         Atualmente o colégio tem como mantenedor e diretor João Carlos Porto, Valéria Cristina Porto como auxiliar de direção. A coordenação é composta por Vagner Francisco Cui e Soraya Rezende Rangel e pela auxiliar Carina Machado França. A secretária do colégio é Cleide Custodio de Souza.  

    História do Colégio 14 de Julho

         O Colégio 14 de Julho situa-se na Av. Deputado Emílio Carlos, 3517, no bairro Vila Nova Cachoeirinha. O nome do colégio foi criado pelo atual mantenedor João Carlos Porto e vendido para Guilherme, o qual entregou o colégio nas mãos de seu filho Guilherme Bernardes Filho, que deu início às atividades do colégio em 1990. O prédio em que ficava o colégio era alugado (pertencia a João Carlos Porto), e contava apenas com cinco andares e uma quadra. No início o colégio tinha cerca de 300 alunos, e já tinha Ensino Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, o colégio desde sua fundação realiza a Festa Junina e a Festa de Dia das Mães. No meio do ano de 1997, o colégio Atenas que era do pai de Guilherme estava com poucos alunos, foi então que uniram o “útil ao agradável”, o 3º andar do 14 de Julho estava inativo, logo os alunos do Atenas passaram a ter aulas lá, dessa forma lotando o colégio de uma hora para a outra, que de cerca de 400  alunos (na época) passou a ter quase 900 alunos, pois o Atenas contava com cursos técnicos também. Ivan costa, que naquela época era inspetor, disse que presenciou algumas brigas entre alunos do 14 de Julho e do Atenas (uma, mais citada, por causa de um jogo de futebol). Enfim, o Colégio Atenas permaneceu no mesmo prédio do 14 de Julho apenas por 6 meses (até o fim de 1997), quando o Atenas encerrou suas atividades deixando toda sua documentação em poder do 14 de Julho até hoje. No fim de 1999, o 14 de Julho estava indo muito mal, com poucos alunos, foi quando João Carlos Porto resolveu assumir o 14 de Julho (Porto também assumiu a direção), e o colégio logo começou a passar por profundas mudanças. Tais mudanças nos diversos aspectos do colégio fizeram com que o colégio crescesse muito, a ponto de chegar a cerca de 850 alunos matriculados atualmente, quando no início (no fim de 1999), tinham cerca de 150 alunos.
        O colégio 14 de Julho é um exemplo de superação, pois no meio de tantos altos e baixos continua de pé, funcionando a todo vapor, e a cada dia que passa, busca se modernizar visando à qualidade de ensino.

    O Futuro - Metrô pode não ser mais apenas sonho

         Com o crescimento da Zona norte, em especial o Bairro Vila Nova Cachoeirinha, e segundo as informações do metrô, teremos um metrô no Largo do Japonês. 
         As obras serão iniciadas no ano que vem (2011) e as primeiras estações serão entregues em 2012. O projeto tem conclusão prevista para 2015.


    * Podem haver mudanças no projeto. Informações não concretas.

    Entrevista: Base Policial da Vila Nova Cachoeirinha

    A entrevista foi concedida pelo Soldado Teixeira que trabalha há 18 anos na Polícia e há um ano na Base Policial da Vila Nova Cachoeirinha. (Entrevista por: Marcio da Silva, Rodrigo Turatti, José Vitor e Lucas Soares. Edição e revisão: Marcella C. - 1º EMA)

    Alunos do 1º ano A foram até a Base Policial da Vila Nova Cachoeirinha, localizada no no Largo do Japonês (Praça Manuel da Costa Negreiros) e entrevistaram o Soldado Teixeira. Segue a entrevista:

    P: Como é feita a segurança do bairro?
    R: A segurança do bairro de Vila Nova Cachoeirinha é feita através de viaturas circulam pelo bairro e por policiais a pé. 




    P: Quais são as áreas de mais risco do bairro?
    R: As áreas de mais risco do bairro são as áreas de grande movimentação, como por exemplo, áreas próximas de lojas e bancos.

    P: Quais são os tipos de crimes mais comuns no bairro?
    R: São os furtos de carros, motocicletas e de dinheiro em agências bancárias. Há também no bairro muitas ocorrências em lanchonetes, onde clientes comem e depois alegam que não tem dinheiro para pagar ou que o preço era outro, gerando muitos tumultos.

    P: O que a população deve fazer para se proteger?
    R: Algumas dicas para se prevenir são: não falar ao telefone no meio da rua, tomar cuidado para não deixar carteiras, relógios e outros objetos de valor a vista e não dar atenção a pessoas que te perguntam horas ou se você tem telefone.




    P: Quais são os horários das rondas policiais?
    R: As rondas são feitas a toda hora, mas, devido às ocorrências, os policias se deslocam para distritos policiais e podem demorar horas, fazendo assim a viatura ficar parada.

    P: Em termos de segurança, o bairro de Vila Nova Cachoeirinha pode ser considerado como?
    R: Esse bairro é considerado perigoso devido ao grande número de roubos, mas quanto a crimes de alta grávida, como sequestros e assassinatos, o bairro é considerado tranquilo.




    Praça Manuel da Costa Negreiros e Base Policial em reforma.


     

    Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso

          Inaugurado em 27 de março de 2006, o Centro Cultural da Juventude(CCJ) é o maior centro público paulistano dedicado ao interesses dos jovens.

         Em governos anteriores ao atual, no lugar do CCJ havia um esqueleto de um prédio abandonado, ninguém sabia o que seria construído no lugar. Pessoas tinham medo de passar próximo ao local pelo fato de ter sido um ponto de prostituição, violência e tráfico de drogas. Houveram projetos de ser construído no local uma Escola Técnica (ETEC), porém, preferiram o centro cultural.

    Segue abaixo informações sobre os espaços oferecidos pelo lugar.
    • Oficina: Espaço onde pode se realizar trabalhos escolares, etc. Agendamento com 15 dias de antecedência.
    • Área de convivência: Espaço livre com mesas, para jogar, se entreter, ler, entre outros.
    • Exposição: A cada dois meses, há uma exposição de pessoas que se inscrevem. Nos meses de Julho e Agosto foi a exposição de Barbosa.
    • Espaço Internet: Acesso à Internet gratuito. 
    • Biblioteca: De literatura nacional à estrangeira.
    • Espaço saral: Lugar onde se realiza palestras de variados temas.
    • Laboratório de pesquisa: Acesso à Internet Wireless por uma hora ao dia.
    • Área de idiomas: Espaço para o aprendizado de idiomas, livre acesso a dicionários e CDs para uso.
    • Gibiteca: Pode se encontrar variados gibis para ler-se no local.
    • Sala de animação em 3D e sala de edição e áudio: São duas salas diferentes que oferencem cursos sobre os temas. 
    • Sala de reunião: Reunião com antecedência.
    • Estúdio: Pode-se gravar suas próprias músicas, com a avaliação de um profissional. 

    A História: Vila Nova Cachoeirinha

         O levantamento da história do bairro foi realizado há cerca de 10 anos e publicado no em Jornal Freguesia News/Santana News/Folha do Limão pelo seu editor, Célio Pires. A definição da data comemorativa (05 de agosto de 1933) foi oficializada junto a Câmara Municipal por indicação do então presidente do Lions Clube local, professor Ivan Lima.



    1 – CHACHOEIRA
         A história de um bairro revela aspectos interessantes e elucidativos que explicam a atualidade. O nome da Cachoeirinha, por exemplo, deve-se ao fato de ter existido – em época passada – uma cachoeira que, infelizmente, foi soterrada para dar passagem à avenida Inajar de Souza, e que servia como área de lazer e de piquenique para os moradores.



    2 – RIACHO
         Moradores antigos consultados lembraram que existia, onde é hoje o Largo do Japonês, um riacho que desembocava mais à frente, onde hoje passa a avenida Inajar de Souza (córrego Cabucú). "Perto da Maternidade existiam lagos e a Cachoeirinha, que atraía muita gente nos finais de semana".

    3 - 1º LOTEAMENTO
         O primeiro loteamento da Cachoeirinha teve início em junho de 1941. Um dos primeiros terrenos vendidos foi o da esquina das hoje denominadas avenidas Deputado Emílio Carlos e Imirim, mas já havia por ali um núcleo de moradores, arrendatários e trabalhadores das chácaras, que plantavam batatas e hortaliças.

    4 – COMÉRCIO
       Por volta de 1944 nasceu no Largo do Japonês a primeira casa comercial do bairro, e pertencente á família de imigrantes Sushiyama. Outra antiga "venda", como eram conhecidos os mercadinhos daquela época, foi a de Shigheioshi Otiai, no largo da Parada (onde funcionou o Supermercado Otiai).

    5 – NIPÔNICOS

        O bairro de Vila Nova Cachoeirinha tem forte ligação com a colônia japonesa, ali presente bem antes de o bairro ser loteado. Só a Associação Cultura Esportiva Nipo Brasileira, sediada na Avenida Penha brasil, tem 77 anos de atividades. Foi fundada em 1933, pelas famílias Otiai, Fujihara, Okuyama, Tabusi, Oshimoto, Omae, Tanaka, Yoshita, Kodato, Sato, Ishimoto e Fumura. O primeiro presidente foi Kishi Sodato, tendo como vice Okuyama Shogoro.
         Noriyochi Fukuiya, Sozi Omae, Tyoki Yara, Takeyoshi Yamashita, Nelson Otiai e Schigueyoshi Yamashita, filhos dos primeiros japoneses pioneiros do bairro lembraram o tempo de criança, quando a Vila Nova Cachoeirinha "era só mato" e eles tinham que ir a pé até o Bairro do Limão para estudar.
    "Eram mais de cinco quilômetros para ir e outro tanto para voltar, todos os dias, e a gente tinha a idade de oito anos, não havia outra opção", lembrou Kozi Omae.

         Os pequenos japoneses eram perseguidos e xingados por outras crianças no caminho, devido á guerra, a ignorância e o preconceito existente então contra "japoneses". Tyoki Yara disse que agora a situação é outra, "é reconhecido o valor dos japoneses e essa é a nossa pátria, não tem outra".
         Todos eles fizeram questão de destacar as dificuldades sofridas por suas famílias nos primeiros anos de Brasil e a obstinação dos imigrantes pelo trabalho e pela ordem. A força de vontade foi tão grande, disse Tyoki Yara, "que não existia nenhum analfabeto entre os filhos dos imigrantes, apesar de termos que andar mais de 10 quilômetros diários para irmos á escola".
           Noriyochi Fukuiya, que na época era presidente da Associação Nipo-Brasiliera, disse que o clube levava adiante as propostas iniciais dos fundadores e antecessores: a preservação da cultura tradicional japonesa, através de atividades culturais e esportivas, como ensino do idioma japonês, formação de equipes de vôlei, futebol de salão, tênis de mesa e judô.
         A associação foi fundada em 1933 e a nova sede tem dois andares, com 530 m² de área construída; foi inaugurada em 1985, durante a gestão de Kozi Omae, filho de Gunzaburo Omae, um dos fundadores. 

    Vila Nova Cachoeirinha - Introdução

         O bairro de Vila Nova Cachoeirinha (nome que foi posteriormente abreviado no uso popular para Cachoeirinha), distrito localizado na zona norte do município de São Paulo, tem sua data de aniversário oficial no dia 05 de agosto de 1933– a mesma da fundação da Associação Nipo Brasileira, a primeira organização popular local e que foi criada por antigos donos de chácaras, de origem nipônica, com o objetivo de organizar e unir a população local e preservar a sua cultura.   
        A região cresce cada vez mais, porém, os contrastes estão presentes. Em meio á paisagem agitada do bairro, a população convive com construções inacabadas.

         Entre os aspectos positivos que representam a região se pode citar o crescimento da rede bancária, a instalação d escolas de idiomas e informática que chegaram na região e também uma faculdade, entre outros novs empreendimentos comerciais e também imobiliários.
         Mas há muito o que fazer neste bairro em intenso crescimento, principalmente na área social. Saúde, educação, cultura, segurança e habitações são as maiores deficiências.